Admiro aqueles que se entregam, requer uma boa dose de coragem. Por essa razão já mereciam ser felizes, por arriscarem. Colocarem tudo que são na mão do Fulano e torcer para que ele tome cuidado. Haja culhão! Mas na prática, nem se gasta tanta energia ou sinapse pensando nisso, naquilo, ou nas consequências do se jogar. Afinal de contas as borboletas no estomago acabam por anuviar a cabeça.
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